segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Os Povos Bárbaros

Hello,Fall,Orange



Fall


Image and video hosting by TinyPic

A decadência do Império Romano do Ocidente foi acelerada pela invasão de povos bárbaros. “
Bárbaros ” era a denominação que os romanaos davam áqueles que viviam fora das fronteiras do Império e não falavam o latim.
Entre os povos bárbaros, os germanos foram os mais significativos para a formação da Europa Feudal. A sua organização política era bastante simples. Na época de paz eram governados por uma assembléia de guerreiros, formada pelos homens da tribo. Essa assembléia não tinha poderes legislativos e suas funções restringiam-se à interpretação dos costumes. Também decidia as questões de guerra e de paz ou se a tribo deveria migrar para outro local. Na época de guerra, a tribo era governada por uma instituição denominada comitatus. Era a reunião de guerreiros em torno de um líder militar, ao qual todos deviam total obediência. Esse líder era eleito e tomava o título de Herzog .

Image and video hosting by TinyPic

Os germanos viviam de uma agricultura rudimentar, da caça e da pesca. Não tendo conhecimento das técnicas agrícolas, eram semi-nómadas, pois não sabiam reaproveitar o solo esgotado pelas plantações. A propriedade da terra era colectiva e quase todo trabalho era executado pelas mulheres. Os homens, quando não estavam caçando ou lutando, gastavam a maior parte de seu tempo bebendo ou dormindo A sociedade era patriarcal, o casamento monogâmico e o adultério severamente punido. Nalgumas tribos proibia-se até o casamento das viúvas. O direito baseava-se nos costumes. A religião era politeísta e adoravam as forças da natureza. Os principais deuses eram: Odin , o protector dos guerreiros; Thor , o deus do trovão; e Fréia , a deusa do amor. Acreditavam que somente os guerreiros mortos em combate iriam para o Valhala , uma espécie de paraíso. As Valquírias , mensageiras de Odin , visitavam os campos de batalha, levando os mortos. As pessoas que morriam de velhice ou doentes iriam para o reino de Hell , onde só havia trevas e muito frio.
Devido à expansão do Império, a partir do século I, os romanos mantinham contacto pacífico com povos bárbaros, principalmente os germanos. Muitos destes povos migraram para o Império Romano e chegaram a ser utilizados no exército como mercenários. Porém, no século V, os germanos foram pressionados pelos belicosos hunos,de origem asiática,que se deslocaram em direcção à Europa e atacaram os germanos, levando-os a fugir. Estes, acabaram por invadir o Império Romano, que enfraquecido pelas crises e guerras internas, não resistiu às invasões e decaiu.
No antigo mundo romano nasceram vários reinos bárbaros;

Image and video hosting by TinyPic

Castelo Visigodo

O reino dos Visigodos : situado na Península Ibérica, era o mais antigo e extenso. Os visigodos ocupavam estratégicamente a ligação entre o Mar Mediterrâneo e o oceano Atlântico, que lhes permitia a supremacia comercial entre a Europa continental e insular. O reino dos Ostrogodos: localizam-se na península Itálica. Os ostrogodos esforçaram-se para proteger o património artistico-cultural de Roma. Restauraram vários monumentos, para manter viva a memória romana. Conservaram a organização político-administrativa imperial, o Senado, os funcionários públicos romanos e os militares godos.
O reino do Vândalos: o povo vândalo atravessou a Europa e fixou-se no norte da África. Nesse reino houve perseguição aos cristãos, cujo resultado foi a migração em massa para outros reinos, provocando falta de trabalhadores, e uma diminuição da produção.
O reino dos Suevos: surgiu a oeste da Península Ibérica e os suevos viviam da pesca e da agricultura. No final do século VI, o reino foi absorvido pelos visigodos, que passaram a dominar toda Península.
O reino dos Borgúndios: os borgúndios migraram da Escandináva, dominaram o vale do Ródano até Avinhão, onde fundaram o seu reino. Em meados do século VI, os borgúndios foram dominados pelos francos.
O reino do Anglo-Saxões: surgiu em 571, quando os saxões venceram os bretões e consolidaram-se na região da Bretanha.

Image and video hosting by TinyPic

Anglo-Saxão

No processo de invasão e formação dos reinos bárbaros, deu-se ao mesmo tempo, a " barbarização " das populações romanas e a " romanização " dos bárbaros. Na economia, a Europa adoptou as práticas económicas germânicas, voltada para a agricultura, onde o comércio era de pequena importância. Apesar de dominadores, os bárbaros não tentaram destruir a cultura romana; ao contrário, em vários aspectos assimilaram-na e revigoraram-na. Isso se deu, por exemplo, na organização política. Eles que tinham uma primitiva organização tribal, adoptaram parcialmente a instituição monárquica, além de alguns mecanismos e normas de administração romana. Muitos povos bárbaros adoptaram o latim como a língua oficial. Os novos reinos converteram-se progressivamente ao catolicismo e aceitaram a autoridade da Igreja Católica, à cabeça da qual se encontrava o bispo de Roma. Com a ruptura da antiga unidade romana, a Igreja Católica tornou-se a única instituição universal européia. Essa situação deu-lle uma posição invejável durante todo o medievalismo europeu.

Fall

Os Olmecas

Hello,Fall,Orange



Fall,Dividers



Image and video hosting by TinyPic

O nome " Olmeca " significa " os povos de borracha " no nahuatl , a língua dos povos de Mexica (" aztec").Extraíam o latex do elastica de Castilla , um tipo da árvore de borracha da área.Não se sabe ao certo que nome o Olmeca antigo usou para se chamar Um outro termo usou-se às vezes descrever estes povos é "tenocelome", que significa "boca do jaguar." Foram eles os responsáveis pela presença da civilização urbana nesta região, difundindo seus conhecimentos por toda a Meso-América, do litoral do Golfo até o litoral do Pacífico, El Salvador e Costa Rica.
Os Olmecas construíram um grande centro cerimonial em (1250 a.C): San Lorenzo. Seus artífices levantaram uma grande plataforma com 45 metros de altura, alinhando praças rectangulares de norte a sul.

Image and video hosting by TinyPic

A arte olmeca também é surpreendente. Sabiam esculpir em jade pequenas imagens ao mesmo tempo em que faziam grandes cabeças de pedra, cujo peso foi calculado em 20 toneladas. As figuras representadas são de homens com traços (lábios e nariz) grossos. Frequentemente, esculpiam uma figura, meio homem meio jaguar, que era repetida em inúmeros objectos. A principal cidade (de que temos conhecimento) construída pelos Olmecas, foi San Lorenzo. Nela estão as cabeças colossais que devem representar seus líderes entre 1200 e 900 a.C.. A cidade disseminou sua influência tanto ao Norte como ao Sul, por meios pacíficos e belicosos. A construção dos seus monumentos demonstra que foi necessário um grande esforço para se obter o efeito monumental que desejavam. Como não conheciam a roda nem utilizavam animais para a tracção, essa energia sobre-humana foi gasta por aqueles homens que viviam nas proximidades dos centros cerimoniais e que, de alguma forma, eram obrigados a desempenhar tal esforço.

Image and video hosting by TinyPic


Por volta de 900 a.C., uma luta interna destruíu San Lorenzo e seus enormes monumentos foram aniquilados, senão totalmente, pelo menos em parte. Mas, a cultura iria reflorescer em outro lugar: La Venta. Como se vivessem num eterno desafio novas cabeças foram erguidas em La Venta, de proporções ainda maiores. As construções, dadas as suas dimensões, são admiráveis para a época. Surpreende-nos também os conhecimentos astronómicos e as habilidades nos cálculos. Os olmecas tinham preocupação de memorizar as datas dos acontecimentos que consideravam mais importantes. Assim, passavam o seu saber de uma geração para a outra. Usavam símbolos pictóricos para escrever.

Image and video hosting by TinyPic


Geralmente eles eram esculpidos em madeira, infelizmente, material perecível. Por este motivo, são raros os que sobraram para serem analisados pelos arqueólogos. Em 400 a.C., La Venta foi destruída da mesma forma que San Lorenzo. Os olmecas ficaram em Três Zapotes até 200 a.C., sem construir cabeças colossais apenas produzindo o artesanato olmeca.
Os olmecas praticavam sacrifícios humanos e o auto sacrifício.Sua economia era baseada na agricultura,onde os seus principais cultivos eram;o feijão,o milho,o cacau.Para além da agricultura também pescavam e comiam tartarugas,cães domesticados,etc.

Image and video hosting by TinyPic

Mosaico de La Venta


A importância da civilização olmeca é muito grande para nós, porque será a base para o desenvolvimento de outras civilizações. Dentre os exemplos significativos, vale a pena lembrar os astecas e os maias, que serão herdeiros capazes de repensar o calendário e a escrita olmeca.
Desconhecemos ainda as suas origens e o que sucedeu a este povo,no entanto pensa-se que terá sido absorvida por outros povos,como os zapotecas de Oaxaca e a nascente civilização maia.

Fall,Dividers

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Calendário Asteca

Image and video hosting by TinyPic

Assim como outros povos vizinhos da Mesoamérica, os Astecas possuíam uma forma de contar os dias. Semelhante ao calendário maia, que possuía dois sistemas de contagem que se interagiam, o calendário Asteca regia de forma parecida relativa a ordem dos dias.
Os dois calendários Astecas foram: Tonalpohualli – que assemelha-se com o Tzolkin, e o Xiuhpohualli, que seria uma espécie de Haab (ou vice-versa).

O Tonalpohualli, que na língua nativa Asteca significava ‘contagem dos dias’, é um calendário de 260 dias, que corresponde a um determinado período (geralmente seria um ano), e que foi usado por muitos povos da mesoamérica, com destaque para os Astecas. Esse calendário não é solar e nem lunar, mas sim composto de 20 trezenas (ou um período de treze dias). Cada trezena era dedicada a uma divindade e essa divindade era responsável por aquele período.

A origem do Tonalpohualli é desconhecida devido a incertezas de datas e dados que cercam as culturas mesoamericanas. Existem inúmeras teorias acerca desse calendário: de que ele representa o ciclo de Vênus; de que representa a origem, o desenvolvimento e o fim da raça humana; e até mesmo a quantidade de dias em que o Sol está em seu ponto máximo, iluminando as planícies tropicais (que seria os dias entre: 12 / 13 de Agosto e 30 de Abril / 01 de Maio). Outros estudiosos dizem que o Tonalpohualli não é baseado em fenômenos naturais, mas sim apenas nos números 20 e 13, que eram números importantes na Mesoamérica.

O Significado dos Dias (Em ordem de contagem):
- Cipactli – Caiman (ou “Monstro Submarino” - crocodilo)
- Ehecatl – Vento
- Calli – Casa
- Cuetzpalin – Lagarto
- Coatl – Cobra
- Miquiztli – Morte
- Mazatl – Cervo
- Tochtli – Coelho
- Atl– Água
- Itzcuintli – Cachorro
- Ozomahtli – Macaco
- Malinalli – Grama (Capim)
- Acatl – Bambu
- Ocelotl – Jaguar
- Cuauhtli – Águia
- Cozcacuauhtli – Falcão
- Ollin – Terremoto (ou Movimento)
- Tecpatl – Faca
- Quiahuitl – Tempestade (Chuva)
- Xochitl – Flor

A melhor maneira de entender o funcionamento do Tonalpohualli é imaginar duas engrenagens que se conectam. Uma gira com os símbolos dos dias (que são vinte) e a outra gira com os números (que são treze). Na primeira roda, o primeiro dia é de Cipactli (Caiman - crocodilo), sendo que o primeiro número da outra roda é 1. Senso assim, a primeira data do calendário é 1 Caiman. Conforme a roda gira, diferentes símbolos dos dias e números são alinhados. Por exemplo, o segundo dia seria 2 Ehecatl (ou Dois Vento – traduzido do Nahuatl), o terceiro 3 Calli (Três Casa – traduzido do Nahuatl) e assim por diante. Essa combinação continua até o décimo terceiro dia – Acatl, que significa Bambu ou outra planta ou junco semelhante, encontrar o décimo terceiro número. Quando o 13 Bambu acontece, os números chegam ao final e voltam a contagem inicial, o 1. Entretanto, os dias não terminaram, sendo que o próximo símbolo representativo seria o Ocelotl – o Jaguar. Como resultado, o próximo dia, sucessor ao 13 Bambu seria o 1 Jaguar, correspondendo ao décimo quarto dia do calendário. Interessante, não? Esse processo se repetiria até que todas as combinações fossem realizadas, ou seja, terminaria em um tempo de 260 dias, voltando ao retorno, ao 1 Caiman.

Cada significado de dia, em particular, é regido por um deus e cada número também é regido por algum outro deus. O regente dos números (deus relacionado ao número do dia), é conhecido também como o Senhor do Dia. Em contrapartida, existem nove Senhores da Noite, que regem as horas escuras desses dias. Completando o simbolismo, treze pássaros representam os ciclos dos dias. Ao final dessa combinação temos um resultado do que o dia atual representa, no que ele é promissor e no que ele é desfavorável.
Um exemplo: O dia 4 BambuTezcatlipoca rege o dia Bambu. Tonatiuh é o deus relacionado ao número 4 (portanto ele é o Senhor do Dia). O quarto pássaro do dia é a quail (codorna) e Centeotl é o Senhor da Noite.
Com essas combinações, um padre poderia, por exemplo, medir essas quatro influências no dia, deduzindo assim sua natureza.
Xiuhpohualli
O Xiuhpohualli (conhecido também como ‘A Pedra do Sol‘), que também foi um calendário adotado pelos Astecas, como já foi dito anteriormente, era composto por 365 dias. Foi utilizado também por civilizações anteriores, no Pré-Clássico.

Interligado com o Tonalpohualli, para formar o “Calendário Circular” (com ciclos de 52 anos) e chamado por alguns estudiosos de “Ano Vago”, é considerado o calendário solar Asteca.
Foi dividido em dezoito meses (ou períodos) de vinte dias cada, chamados Vintenas, e acrescentado de cinco dias em seu final, dedicados a extrema meditação. Os anos Astecas eram nomeados de acordo com o nome do último dia do décimo oitavo mês de acordo com o ducentésimo sexagésimo dia do calendário Tonalpohualli. A cada ciclo que esses calendários completavam juntos (cada ciclo era considerado como sendo quatro períodos de treze anos, onde atingiam a mesma data), era realizada uma cerimônia chamada “Cerimônia do Novo Fogo”.
O calendário Xiuhpohualli tinha uma importante ligação com as práticas agrícolas dos Astecas e obtinha um importante papel na religião também, onde cada “mês” possuía seus festivais religiosos.


Os “meses” (que eram Vintenas) do calendário solar Asteca eram chamados (em sequência):
1. Izcalli
2. Atlcahualo ou Xilomanaliztli
3. Tlacaxipehualiztli
4. Tozoztontli
5. Hueytozoztli
6. Toxcatl ou Tepopochtli
7. Etzalcualiztli
8. Tecuilhuitontli
9. Hueytecuilhuitl
10. Tlaxochimaco ou Miccailhuitontli
11. Xocotlhuetzi ou Hueymiccailhuitl
12. Ochpaniztli
13. Teotleco ou Pachtontli
14. Tepeilhiuitl ou Hueypachtli
15. Quecholli
16. Panquetzaliztli
17. Atemoztli
18. Tititl

As direcções;
Apesar do Tonalpohualli e do Xiuhpohualli correrem separadamente, os anos solares determinam o nome da data no calendário Tonalpohualli em que o primeiro dia do ano cairá. Para essas datas, existem apenas quatro significados: Casa – Ano para o Oeste, Coelho – Ano para o Sul, Bambu – Ano para o Leste e Faca – Ano para o Norte.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Tiwanaku-Tiahuanaco

Image and video hosting by TinyPic
Tiwanaku (grafias em desuso Tiahuanaco, Tiahuanacu) é um importante sítio arqueológico pré-colombiano situado na Bolívia.
Os Tiwanaku formaram uma importante civilização que floresceu nas proximidades do lago Titicaca, sendo por muitos historiadores considerada como precursora dos incas.

Existem teorias de que o nome tiwanaku teria derivado do termo aimará taypikala que significa pedra no centro, referindo-se à rocha que se situa no meio do lago. Entretanto há de se considerar que os habitantes de Tiwanaku não tinham nenhum idioma escrito.
A cultura de Tiwanaku iniciou-se com uma pequena aldeia aproximadamente no ano 1500 a.C., crescendo e constituindo-se considerável centro urbano entre os anos 300 e 500, daí espargindo sua influência e se tornando um poder regional no sul dos Andes até o ano de 900, quando iniciou sua decadência. Há evidências de que a cidade foi abandonada. Daí em diante desapareceu o estilo artístico que a caracterizava. No ano 1200 a cidade foi abandona devido a secas e escazes de comida, seu império teria desmoronado e seus habitantes teriam abandonado...
As ruínas desta cidade e os sítios arqueológicos mais importantes estão na costa oriental do lago, no lado boliviano, a aproximadamente 72 quilómetros a oeste da capital La Paz.
A cidade cobriu uma extensão máxima de seis quilômetros quadrados e teve no apogeu estimados quarenta mil habitantes. Seu estilo de cerâmica sem igual é encontrado numa vasta área que cobre a moderna Bolívia, Peru, o norte do Chile e a Argentina. No entanto, é difícil dizer se a presença desta cerâmica atesta o poder político desta civilização sobre esta área ou somente atesta sua influência cultural ou talvez apenas meramente comercial.
Tratava-se de uma cultura precursora das grandes construções monumentais da América do Sul que, embora e admiravelmente se utilizasse de grandes de pedras pesando até cem toneladas, as cortavam e requadravam e depois as entalhavam e esculpiam (ou revestiam) para encaixá-las umas às outras com uma precisão e engenhosidade raramente encontradas mesmo na construção monumental inca posterior.
Hoje, após alguns estudos, pensa-se que Tiwanaku poderia ter sido habitada entre 17.000 a.C. a 12.000 a.C.. O principal indício desta tese são as informações astronômicas gravadas da Porta do Sol e o fato de que no local existia um porto para embarcações. Através de mais estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão de que Tiwanaku seria a Atlântida narrada por Platão.
Image and video hosting by TinyPic
A Porta do Sol

É evidente a originalidade do estilo da arte Tiwanaku, mas é perceptível alguma correlação com o estilo da cultura Huari, certo que ambas as culturas definem o período médio do horizonte das culturas pré-incaicas, parecendo que ambas foram precedidas pela cultura Paracas que floresceu na bacia norte do lago Titicaca. Alguns estudiosos afirmam ter encontrado laços com a influência cultural e artística da cultura Chimu.
O sítio arqueológico de Tiwanaku encontra-se num estado lastimável de conservação, já tendo sofrido ao saque de escavadores amadores à cata de preciosidades desde a queda da cidade. Esta destruição continuou no século XIX e início do século XX com acções como a redução das pedras monumentais em britas para a construção de ferrovia e o seu uso como alvo de tiro em exercício militar.
Image and video hosting by TinyPic
Embarcação Inca

Hoje o sítio de Tiwanaku é considerado como patrimônio da humanidade pela UNESCO, administrado pelo governo boliviano.
Curiosidades;

Num dos museus de Tiwanaku, possuem crânios preservados do povo antigo de Tiwanaku, um fato intrigante, é que na civilização Tiwanaku, as crianças que possuíam, inteligência e habilidades superiores as normais, eram escolhidas para serem sacerdotes e sábios, onde desde pequenas recebiam preparação especial, uma delas constituía em uma técnica que se utilizava panos e madeira, que presos à cabeça dessas crianças desde muito pequenas, possibilitavam o aumento do crânio dessas crianças, e eles acreditavam que com isso se tornariam mais inteligentes, com aumento no número de neurônios.
A civilização Tiwanaku, assim como suas sucessoras, possuíam boa técnica de mumificação de corpos, e possuem múmias, tão antigas, e até mais antigas que as egípcias. O que também ajuda para a conservação dessas múmias, é o clima frio e seco.

Descobertas;

Foi encontrado um conjunto cerimonial, onde se plantavam cabeças humanas e de animais, o qual era um símbolo de renascimento e que, acreditavam, traria fertilidade ao solo. Foram encontrados trechos de estrada de 3m de largura. Ofereciam lhamas e alpacas aos deuses (encontrados num templo descoberto em Agosto de 2000), e segundo novas descobertas Tiawanaku teria quase 600km².

quarta-feira, 11 de março de 2009

Stonehenge

Image and video hosting by TinyPic
Stonehenge
Obra dos primitivos povos britanicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas:
1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento. As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronómico, o objectivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano.
2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.
3ª e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.
Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objectivos diferentes para construir o monumento.Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".
Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância. Stonehenge sobreviveu e a sua magia nunca desapareceu. Atribui-se ao mago Merlim o levantamento das pedras, enquanto que a população local acreditou por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que, quando transferidos para a água, conseguiam curar todo o tipo de doenças.Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão.
Image and video hosting by TinyPic
Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa...Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milénio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.
A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.
Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo. Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.
Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.
Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses(Crop Circles).
Image and video hosting by TinyPic
Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronómicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio. Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.
Image and video hosting by TinyPic

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O Antigo Egipto

Image and video hosting by TinyPic
O Antigo Egipto
Terra do Nilo e das Pirâmides, o Egipto fascina quem dele se aproxima, envolvendo a todos num clima de mistério e grandiosidade. De Heródoto a Napoleão, e até os dias de hoje, a história da civilização egípcia vem sempre envolta numa nuvem mística, quase etérea, resultado da inevitável mistura de deuses, mitos, monumentos e personagens que marcaram, indelevelmente, a história da humanidade. Quando se fala no Egipto da Antiguidade, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, as múmias e artefactos dos museus, os templos e a atmosfera aventuresca que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós, que a literatura e o cinema nos mostram como sempre presentes nas expedições arqueológicas, envolvidas por um clima de conto policial de Agatha Christie.
Image and video hosting by TinyPic
Sem qualquer sombra de dúvida, a civilização do Egipto antigo atiça a nossa imaginação pela aurade mistério que a envolve. No entanto muito já se sabe a respeito do modo de vida, da estrutura social, da estrutura econômica, das relações políticas do Egipto faraônico.Mas muitas vezes a circulação dessas informações fica restricta ao meio académico ou a umas poucas centenas de pesquisadores dedicados. Infelizmente há muitas coisas que não chegam a público, propiciando a formulação de idéias fantasiosas que não são comprováveis, engrossando um extenso rol de crenças sobre a cultura egípcia, difícil de ser combatido.
Uma equipe de cientistas conseguiu fazer uma reconstituição das feições de um dos faraós mais famosos do antigo Egipto, Tutancamon. Tres grupos de peritos - franceses, egípcios e americanos - reconstruiram modelos separados mas semelhantes de como seria o rosto do faraó usando radiografias. Os franceses e egípcios sabiam quem estavam recriando, mas os americanos não foram informados de onde vinha o modelo do crânio analisado. Os modelos do menino-rei, morto 3.300 anos atrás, revelaram um jovem com bochechas rechonchudas e um queixo

Image and video hosting by TinyPic

arredondado.Os modelos têm uma semelhança surpreendente com a máscara que cobriu a face mumificada de Tutancamon quando seus despojos foram encontrados pelo arqueólogo britanico Howard Carter em 1922, e outras imagens antigas."Formatos de rosto e crânio nos modelos são notavelmente semelhantes a uma imagem famosa de Tutancamon quando criança, onde ele é retratado como deus sol na alvorada partindo de uma flor de lótus", disse o secretário do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass.
Usando imagens de tomografia computadorizada de alta resolução, a equipe americana identificou corretamente que o crânio vinha de um norte-africano."As diferenças primárias (das reconstruções dos de americanos e egípcios) estavam no formato da ponta do nariz e orelhas", disse Hawass.As versões francesa e americana também traziam nariz e queixo de formato semelhante, mas a equipe egípcia chegou a um nariz mais pronunciado, de acordo com o arqueólogo. As imagens de tomografia computadorizada - as primeiras obtidas de uma múmia egípcia - foram obtidas em janeiro passado. Elas sugerem que o rei não era muito robusto, mas um homem saudável de 19 anos, quando morreu, provavelmente vítima de complicações resultantes de uma fractura na perna e não de assassinato, como se suspeitava.Quando foram feitas radiografias do corpo, em 1968, um fragmento de osso foi encontrado em seu crânio levando a especulações de que ele havia sido morto com um golpe.
Image and video hosting by TinyPic
Pouco se sabe sobre os dez anos de reinado de Tutancamon depois que ele sucedeu Akhenaton, que abandonara os velhos deuses do Egipto em favor do monoteísmo.Alguns historiadores dizem que ele teria sido morto por tentar trazer de volta o politeísmo. Outros acreditam que ele foi assassinado por Ay, o segundo em comando, e que acabou sucedendo o jovem faraó. Mas Hawass disse que está convencido de que Tutancâmon não foi assassinado.
Image and video hosting by TinyPic

O Homem e o Macaco

Image and video hosting by TinyPic

Será que nós evoluímos mesmo dos macacos? Será que nós temos mesmo um ancestral em comum? Observando as exposições dos museus de História Natural, achamos que essa quetão foi respondida decisivamente. Mas a pergunta está longe de ser respondida de facto. A representação a que temos acesso, a de que o Homem é descendente dos macacos, é uma mera interpretação dos fósseis encontrados - a interpretação de um grupo de cientistas. Há outras interpretações para os factos e fósseis encontrados, mas nenhuma delas é encontrada num só museu do mundo.Segundo o modelo da evolução, o Homem e o macaco partilham um ancestral em comum, mas a existência desse ancestral ainda é muito contestada. Por isso ainda se chama elo perdido.Quando a teoria da evolução de Darwin foi aceita pela comunidade científica, acreditava-se que no século seguinte, haveriam fósseis o suficiente para provar tal teoria. Os "seguidores" de Darwin, ou os chamados Darwinistas, deveriam provar a verocidade dessa teoria encontrando o prometido elo perdido. Mas parece que "qualquer" elo perdido serve. Volta e meia um esqueleto é encontrado na África e seus descobridores dizem ser o elo perdido. As manchetes de jornal vem e vão e, mais tarde, os ossos são classificados como sendo de Homem ou de macaco. O elo perdido continua perdido...

Cuidado com o que é exposto nos museus...Um exemplo clássico disso, é a famosa história do Homem de Java, descoberto em 1892 por Eugene Dubois:- Dubois descobriu um crânio semelhante ao de um macaco muito primitivo e um fêmur a cerca de 10 metros dele. Ele pensou: "obviamente são do mesmo ancestral".O animal andava erecto como um ser humano e tinha crânio de macaco, então podia ser o elo perdido: o homem-macaco pitecantropo. Os fósseis foram datados de 1 milhão de anos. É importante dizer que a teoria do Homem de Java foi baseada sem nenhuma prova ou estudo científico decisivo, onde os fósseis foram unidos de forma não-garantida.Só no final de sua vida Dubois percebeu que o crânio era de um grande macaco, e o fêmur, de um homem. Contudo, o Homem de Java foi exposto proeminente no Museu de História Natural de Nova York até 1984, quando então, foi removido.Hoje, museus de todo o mundo expõem modelos de outro esqueleto clamado como sendo o elo perdido: Lucy, a famosa australopithecine descoberta por Donald Johannsen. Segundo Johannsen, Lucy era muito parecida com o Homem, porém, o famoso antropólogo e co-autor do livro Forbidden Archaeology, Michael Cremo, diz que esteve num Congresso de Antropólogos no qual muitos diziam que ela mal se distinguia de um macaco.Os jornais sempre relatam novas descobertas que nos apontam a direção da origem do Homem. Mas uma descoberta conclusiva ainda não foi encontrada. O que acontecerá ao modelo evolucionário se o elo perdido não existir? Sem ele, há pouco apoio para a ligação do Homem com o macaco. Com isso, voltamos a velha pergunta: "Quem somos? De onde viemos?".
Image and video hosting by TinyPic

Enigmáticos Fenícios

Image and video hosting by TinyPic
Salomão é considerado o maior dos governantes dos hebreus. Seu governo ficou caracterizado pela sua hábil política, formalizando acordos comerciais com Hirã, rei de Tiro, na Fenícia. Este acordo lhe garantiu a ajuda necessária para construir seu grandioso templo, em homenagem ao Senhor de Israel. Além das abundantes madeiras de cedro, retiradas das encostas do Monte Líbano, Hirã forneceu também máquinas, operários e habilidosos engenheiros. Sabe-se que os fenícios navegaram por praticamente todo o globo, absorvendo cultura e conhecimentos provenientes de vários povos. Por este motivo, fica muito difícil avaliar o avanço da cultura genuinamente fenícia. Não resta dúvida, no entanto, que suas edificações e seus conhecimentos de engenharia eram extraordinários. O templo de Salomão foi durante muito tempo um ícone de beleza e o símbolo material do monoteísmo e do poder dos hebreus, sendo admirado mais tarde pelos romanos. Porém, não é a beleza desta edificação o que mais impressiona, e sim a constatação de que o templo possuia pára-ráios. No seu tecto, havia pontas metálicas de ferro brunido que se ligavam ao solo por grossos fios de bronze. Se conheciam os pára-raios, seria improvável acreditar que os Fenícios conhecessem também a eletricidade?...
Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPic

Os Circulos Ingleses(Crop Circles)

Image and video hosting by TinyPic
Histórico;

O mundo começou a tomar conhecimento dos "círculos ingleses" a partir da década de 80, apesar destes cículos estarem aparecendo há séculos. Os famosos "círculos ingleses", os quais são chamados de círculos por força do hábito, têm sido documentados desde o século XVI. Por que levamos tanto tempo para validá-los?Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil destas enigmáticas figuras já foram descobertas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa Stonehenge), onde a percentagem de incidência destas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá.Os círculos ingleses são na verdade um emaranhado de formas geométricas de diversos tamanhos dispostas de maneira organizada. Em alguns casos extremos, círculos compostos por mais de 200 figuras geométricas perfeitamente dispostas, numa extensão que vai além de 300 metros de comprimento, já foram encontrados sem que os estudiosos – incluindo os do governo britânico – tivessem a menor idéia de como foram feitos.Os desenhos parecem ser específicos a cada ano, quase como capítulos num livro. Em 1994, houve uma proliferação do que se convencionou chamar de "insectogramas", com figuras na forma de escorpiões, aranhas, teias de aranhas e outros insetos. Em 1995, os padrões pareciam sugerir sistemas solares, cinturões de asteróides e outras figuras planetárias. Em 1993, houve uma incidência de padrões geométricos.Nestes círculos, ou em sua proximidade, nunca foram encontrados quaisquer traços ou pistas que indicassem como foram feitos ou por quem. Não há pegadas de pessoas, ou marcas de pneus de veículos, nem sinal de que as plantas em seu interior tenham sido manipuladas por humanos. Simplesmente, os círculos surgem do nada, portando uma mensagem inexplicável e desafiando nossa inteligência e tecnologia.

Image and video hosting by TinyPic

As Fraudes;

Estima-se que cerca de 30% dos círculos encontrados sejam falsos. Diversos motivos levam as pessoas a forjarem as figuras, entre elas estão a vontade de aparecer e ser notícia e principalmente a tentativa de desmoralizar os estudiosos do fenômeno. Há também aqueles grupos de pessoas que disputam entre si para ver quem faz o desenho mais bonito e mais próximo da realidade e para demonstrar suas habilidades artísticas.O caso mais clássico de forjadores aconteceu há alguns anos. Dois velhinhos aponsentados de Preston Highs chamados Doug e Dave procuraram a imprensa britânica e reclamaram para si a autoria de alguns círculos descobertos na área de Alton Baines. Sua estória correu o mundo e muitos deram como encerrado o caso dos círculos ingleses, porém, quando diante dos jornalistas, os velhinhos mal conseguiram desenhar tais figuras, resultando em formas mal acabadas, sem qualquer precisão e com poucos metros de diâmetro.Os estudiosos mais experientes dizem que os círculos forjados são mais facilmente identificados pois são realizados de forma irregular, sem a simetria ou a perfeição geométrica dos círculos verdadeiros e ainda ficam repletos de vestígios de quem os fez e de como.As Pesquisas Continuam…Nem mesmo os estudiosos que acompanham os aparecimentos desde o começo da década de 80 se atrevem a esboçar alguma explicação para o fenômeno.Nos meses de pico, que se por entre maio e setembro (época em que as plantações estão próximas da colheita), milhares de estudiosos de todo o globo se reunem no sudoeste da Inglaterra atrás de novas figuras, que às vezes chegam a aparecer quase que diariamente.É importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual faz com que suas sementes também sejam afetadas.Hoje, a Fundação Lawrence Rockfeller vem financiando pesquizas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno.
É importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual faz com que suas sementes também sejam afetadas.Hoje, a Fundação Lawrence Rockfeller vem financiando pesquizas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno. O Efeito Nas Plantas e No SoloOs "círculos" só aparecem nas plantações de trigo, cânola e cevada. Os caules destas plantas, que normalmente quando entortados se quebram, nas áreas onde o fenômeno ocorre, chegam a ser entortados em cerca de 90 graus.O entortamento dos caules se dá num ponto entre 20 e 80% da altura total das plantas. As vezes, plantas situadas lado a lado na colheita, são entortadas em direções opostas dentro do mesmo fenômeno.Uma característica deste fenômeno é que, quando entortadas, não é possível desentortá-las com o risco de quebrá-las, continuando seu crescimento rasteiro ao chão.Duas organizações vêm fazendo estudo do solo dos círculos. Elas são o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd., trabalhando com o Ministério da Agricultura Inglês. Uma das coisas que eles descobriram é que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo desta quantidade de hidrogênio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga elétrica extremamente forte.Descobertas Significantes Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade.Estes sítios arqueológicos às vezes estão enterrados e os estudiosos só se dão conta de que existem um determinado lugar quando surgem círculos lá…Um fator interessante a se notar é que um certo número de círculos têm aparecido perto de usinas nucleares, o que nos leva a crer que os responsáveis pelos círculos estão preocupados com a nossa loucura nuclear.Outro fator é que algumas pessoas dizem ter sido afetadas depois de terem pisado dentro de uma destas formações. Alguns estudiosos comprovam estas estórias, como o Dr. Collete M. Dowell. Ele, como outras pessoas, diz que em algumas formações que entrou, se sentiu extremamente ansioso ou agitado. Em outras, se sentiu feliz, bobo e outras emoções.

Image and video hosting by TinyPic

Conclusões;

Pelo menos em uma coisa os estudiosos já se entendem: os círculos tem obrigatoriamente um componente não terrestre. Ou seja: não são construidos pela inteligência humana.Esta conclusão é sustentada pelo fato de que muitas testemunhas como fazendeiros, estudiosos e curiosos acampados nos locais em seus momentos de pico veêm com certa frequência misteriosas luzes não identificados sobrevoarem as colheitas pouco antes dos círculos terem sido descobertos. Em alguns casos, certas bolas de luz foram até filmadas e fotografadas, embora com baixa qualidade.De qualquer forma, o fenômeno dos "círculos ingleses" continua no reino das suposições.

Image and video hosting by TinyPic