terça-feira, 30 de março de 2010

A Lenda de Tróia

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A guerra de Tróia pode ter sido um grande conflito bélico entre gregos e troianos, possivelmente ocorrido entre 1300 a.C. e 1200 a.C. (fim da Idade do Bronze no Mediterrâneo). Segundo o poeta-épico, Homero, a guerra foi motivada pelo rapto de Helena, rainha de Esparta, por Páris, príncipe de Tróia.
Tróia é hoje o nome de um sítio arqueológico em Hissarlik, na Anatólia, próximo à costa em que está hoje a província turca de Çanakkale, a sudoeste do Monte Ida.
Uma nova cidade foi fundada no sítio no reinado do imperador romano Augusto. Floresceu até o estabelecimento de Constantinopla, e declinou gradualmente durante os tempos bizantinos.
Nos anos 1870 o arqueólogo alemão Heinrich Schliemann escavou a área. As escavações revelaram várias cidades construídas em sucessão umas sobre as outras. Uma das cidades (Tróia VII) é frequentemente identificada como a Tróia homérica.

A Troia lendária;

De acordo com a mitologia grega, os troianos foram os antigos cidadãos de Tróia na Anatólia (actual Turquia). (Embora parte da Ásia, Tróia é apresentada na lenda como parte da cultura grega de cidades-estados.) Tróia era conhecida por seus ricos ganhos do comércio portuário com o leste e o oeste, roupas pomposas, produção de ferro e massivas muralhas de defesa.
O domínio troiano na Anatólia foi trocada pela dinastia heracleida em Sardes que governou por 505 anos até a época de Candaules. Os jónicos, cimérios, frígios, milésios de Sinop e lídios deslocaram-se dentro da Anatólia. Os persas invadiram-na em 546 a.C..
Alguns troianos famosos foram: Dardano (fundador de Tróia), Laomedonte, Ganímedes, Príamo, Páris, Heitor, Enéias, Teucro, Esaco, Enone, Titono, Memnon.

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Reza a Lenda que Helena era a mulher mais bela do mundo,esposa de Menelau, rei de Esparta, que a conquistara disputando contra vários outros reis pretendentes com a ajuda de Ulisses (Odisseu) rei de ítaca e Agamênon rei supremo de Micenas e de toda a Grécia, tendo todos jurado lealdade ao marido de Helena e sempre protegê-la, qualquer que fosse o vencedor da disputa.
Quando Páris foi a Esparta em missão diplomática, apaixonou-se por Helena e ambos fugiram para Tróia, enfurecendo Menelau. Este foi pedir ajuda a seu irmão que a conselho de Nestor(rei de Pilos), um de seus conselheiros, apelou aos antigos pretendentes de Helena, lembrando o juramento que haviam feito. Agamenon então assumiu o comando de um exército de mil navios e atravessou o mar Egeu para atacar Tróia sub o auxílio de Ulísses(que fingiu-se de louco para não ir a guerra sabendo que se partisse passaria 20 anos sem regressar ao seu reino), levando consigo grandes Guerreiros como Aquiles, Ajax, o pequeno Ajax, Diomedes, Idomeneu entre outros. As naus gregas desembarcaram na praia próxima a Tróia e iniciaram um cerco que iria durar dez anos e custaria a vida a muitos heróis de ambos os lados. Dois dos mais notáveis heróis a perderem a vida na guerra de Tróia foram Heitor,irmão mais velho de Páris(que foi morto por Aquiles por vingança por ter matado seu amante Pátroclo) e Aquiles.
Mas finalmente, a cidade foi tomada graças ao artifício concebido por Odisseu (Ulisses): fingindo terem desistido da guerra, os gregos embarcaram em seus navios, deixando na praia um enorme cavalo de madeira, que os troianos decidiram levar para o interior da sua cidade, como símbolo de sua vitória, apesar das advertências de Cassandra. À noite, quando todos dormiam, os soldados gregos, que se escondiam dentro da estrutura ôca de madeira do cavalo, saíram e abriram os portões para que todo o exército (cujos navios haviam retornado, secretamente, à praia), invadisse a cidade.


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Apanhados de surpresa, os troianos foram vencidos e a cidade incendiada. As mulheres (inclusive a raínha Hécuba, a princesa Cassandra e Andrômaca, viúva do principe Heitor) foram escravizadas. O rei Príamo e a maioria dos homens foram mortos (um dos poucos sobreviventes foi Enéas, príncipe de Lirnesso que fugiu de Troia carregado seu pai Anquises, já idoso, sobre os ombros).
E assim, Menelau recuperou sua esposa, Helena (tendo matado Deifobo, com quem ela se casara, após a morte de Páris), e levou-a de volta a Esparta. Agamênon foi morto por sua esposa que lhe roubou o trono e Odisseu como profetizado passou com o fim da guerra(que durou dez anos) mais dez anos vagando pelo mar, até chegar a Ítaca vestido de mendigo para provar a fidelidade de Penélope sua esposa, que estava cheia de pretendentes ao casamento e consequentemente ao trono, porém ela os enganara durante 20 anos até o retorno de seu marido que ao descobrir tudo o que se passou na sua ausência, matou seu inimigos com a ajuda do seu filho.

A Verdadeira História de Drácula

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Uma breve narrativa de sua história;

Vlad III, foi Príncipe da Valáquia (nasceu em Sighişoara, c. 1431 – Bucareste,em Dezembro de 1476), foi conhecido como Vlad, o Empalador (em romeno: Vlad Ţepeş)ou Drácula, foi príncipe (voivoda) da Valáquia por três vezes, governando a região em 1448, de 1456 a 1462 e em 1476.
Historicamente Vlad é mais conhecido por sua política de independência em relação ao Império Otomano, cujo expansionismo sofreu sua resistência,e pelas punições excessivamente cruéis que impunha a seus prisioneiros.É lembrado por toda a região como um cavaleiro cristão que lutou contra o expansionismo islâmico na Europa, e é um herói popular na Roménia e na República da Moldávia ainda hoje.
Ao mesmo tempo que Vlad III se tornou famoso pelo seu sadismo, era também respeitado pelos seus cidadãos como um grande guerreiro, pelo seu ódio pelos turcos, e como governante que não tolerava o crime entre sua gente. Durante seu reinado, ergueu grandes mosteiros.
Fora da Roménia, o voivoda é célebre pelas atrocidades contra seus inimigos, que teriam sido a inspiração para o conde Drácula, o Vampiro, romance de 1897 do escritor irlandês Bram Stoker.
Após a invasão de Valáquia pela Hungria, em 1447 Vlad II e seu filho mais velho, Mircea, foram assassinados. Em 1456, Vlad Tepes retornou à região e retomou controle das terras, assumindo novamente o trono de Valáquia. Esse retorno tardio de Vlad III teria confundido os moradores da região, que pensaram ser Vlad II retornando anos depois de sua morte. Isso teria ajudado a criar a lenda de sua imortalidade...
Em 1462, Vlad perdeu o trono para seu irmão Radu, que se tornara aliado dos turcos. Preso na Hungria até 1474, Vlad III morreu dois anos depois, ainda tentando recuperar o trono de Valáquia.
Vlad III foi exilado de suas terras por um breve período em 1448, de 1456 a 1462 e por duas semanas no ano de sua morte (1476).

Seus nomes;
Seu sobrenome romeno, Dracula (também nomeado Draculea e Drakulya), usado para designar Vlad em diversos documentos, significa "filho do dragão", e refere-se ao seu pai, Vlad Dracul, que recebeu este apelido dos seus súditos após ter se juntado à Ordem do Dragão,uma ordem religiosa criada pelo sacro imperador romano-germânico Sigismundo no ano de 1431. Dracul, que vem do latim draco ("dragão"), significa "diabo" no romeno actual.
Seu apelido post-mortem de Ţepeş ("Empalador") teve origem no seu hábito de matar inimigos através do empalamento, uma práctica muito popularizada por diversos panfletos medievais na Transilvânia e noutra regiões da Europa. Em turco era conhecido como Kazıklı Voyvoda ou Kazıklı Bey, "Bey" ou "Príncipe Empalador".

A sua infância e adolescência;
Vlad nasceu em 1431 na Transilvânia. Naquela época, o pai de Draculea, Vlad II, estava exilado na Transilvânia. Vlad Dracul estava tentando conseguir apoio para seu plano de destronar o príncipe regente da Valáquia, do Clã Danesti, Alexandru I. A casa onde Draculea nasceu ainda está de pé nos dias de hoje. Em 1431 estava localizada numa próspera vizinhança cercada pelas casas de mercadores saxões e magiares, e pelas casas dos nobres.
Sabe-se muito pouco sobre os primeiros anos da vida de Draculea. É sabido que ele teve um irmão mais velho chamado Mircea e um irmão mais novo chamado Radu. Sua educação primária foi deixada nas mãos de sua mãe, uma nobre da Transilvânia, e da sua família. Sua educação real começou quando em 1436 seu pai conseguiu clamar para si o trono valaquiano matando seu príncipe rival do Clã Danesti, Alexandru I. Seu treinamento foi o típico dado para os filhos da Nobreza na Europa. Seu primeiro tutor no aprendizado para a Cavalaria foi dado por um guerreiro que lutou sob a bandeira de Enguerrand de Courcy na batalha de Nicolopolis contra os Turcos. Draculea aprendeu tudo o que era demandado a um Cavaleiro Cristão sobre guerra e paz.

Ascensão de Vlad Dracul ao trono (1436-1442) ;
A situação política na Valáquia continuou instável depois de Vlad Dracul ascender ao trono em 1436. O poder dos Turcos estava crescendo rapidamente enquanto cada um dos pequenos estados dos Bálcãs se rendiam ao massacre dos Otomanos. Ao mesmo tempo o poder da Hungria estava atingindo seu apogeu e o faria durante o tempo de João Corvino (Hunyadi János), o Cavaleiro Branco da Hungria, e seu filho, o rei Matias Corvino. Qualquer príncipe da Valáquia teria que balancear suas políticas precariamente entre esses dois poderosos países vizinhos. O príncipe da Valáquia era oficialmente um subordinado do rei da Hungria. Também Vlad Dracul era um membro da Ordem do Dragão, tendo jurado lutar contra os infiéis. Ao mesmo tempo o poder dos Otomanos parecia não poder ser detido. Mesmo no tempo do pai de Vlad II, Mircea, o Velho, a Valáquia era forçada a pagar tributo ao Sultão. Vlad foi forçado a renovar esse tributo e de 1436 - 1442 tentou estabelecer um equilíbrio entre seus poderosos vizinhos.
Em 1442 Vlad tentou permanecer neutro quando os turcos invadiram a Transilvânia. Os Turcos foram vencidos e os vingativos húngaros, sob o comando de Hunyadi János forçaram Dracul e sua família a fugir da Valáquia. Hunyadi colocou um Danesti, Basarab II, no trono valaquiano. Em 1443 Vlad II retomou o trono da Valáquia com suporte dos Turcos, desde que ele assinasse um novo tratado com o Sultão que incluiria não apenas o costumeiro tributo, além de outros favores demamdados. Em 1444, para assegurar ao sultão de sua boa fé, Vlad mandou seus dois filhos mais novos para Adrianopla como reféns. Draculea permaneceu refém em Adrianopla até 1448.

A cruzada de Varna;
Em 1444 o rei da Hungria, Ladislas Poshumous, quebrou a paz e enviou o exército de Varna sob o comando de João Corvino (Hunyadi János) num esforço para manter os turcos longe da Europa. Hunyadi ordenou que Vlad II cumprisse seus deveres como membro da Ordem do Dragão e súdito da Hungria e se juntasse à cruzada contra os Turcos. O Papa absolveu Dracul do compromisso Turco, mas, como político, ainda queria alguma coisa. Ao invés de se unir às forças cristãs pessoalmente ele mandou seu filho mais velho, Mircea. Talvez ele esperasse que o sultão poupasse seus filhos mais novos se ele pessoalmente não se juntasse à cruzada.
Os resultados da Cruzada de Varna são bem conhecidos. O exército cristão foi completamente destruído na Batalha de Varna e João Hunyadi conseguiu escapar da batalha sob condições que acrescentaram pouca glória à reputação dos Cavaleiros Brancos. Muitos, aparentemente incluindo Mircea e seu pai, culparam Hunyadi pela covardia. Deste momento em diante João Hunyadi foi amargamente hostil em relação a Vlad Dracul e ao seu filho mais velho. Em 1447 Vlad Dracul foi assassinado juntamente com seu filho Mircea. Aparentemente Mircea foi enterrado vivo pelos burgueses e mercadores de Targoviste. Hunyadi colocou seu próprio candidato, um membro do clã Danesti, no trono da Valáquia.

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Ascensão de Vlad Ţepeş ao trono (1448);
Em 1448 Draculea conseguiu assumir o trono valaquiano com o apoio turco. Porém, em dois meses Hunyadi forçou Draculea a entregar o trono e fugir para seu primo, o príncipe da Moldávia, enquanto Hunyadi mais uma vez colocava Vladislav II no trono valaquiano.
Draculea permaneceu em exílio na Moldavia por três anos, até que o Príncipe Bogdan da Moldávia foi assassinado em 1451. O tumulto resultante na Moldávia forçou Draculea a fugir para a Transilvânia e buscar protecção com o inimigo da sua família, Hunyadi. O tempo era ideal; o fantoche de Hunyadi no trono valaquiano, Vladislov II, instituiu uma política a favor da Turquia, e Hunyadi precisava de um homem mais confiável na Valáquia. Consequentemente, Corvino aceitou a aliança com o filho de seu velho inimigo e colocou-o como candidato da Hungria para o trono da Valáquia. Draculea se tornou súdito de Hunyadi e recebeu os antigos ducados da Transilvânia de seu pai, Faragas e Almas. Draculea permaneceu na Transilvânia, sob a proteção de Hunyadi, até 1456 esperando por uma oportunidade de retomar Valáquia de seu rival.
Em 1453 o mundo cristão chocou-se com a queda final da Constantinopla para os Otomanos. O Império Romano do Leste que existiu desde o tempo de Constantino, o Grande e que por mil anos protegeu o resto dos cristãos do Islão não existia mais. Hunyiadi imediatamente planejou outro ataque contra os Turcos.

Vlad Ţepeş retorna ao trono (1456-1462);
Em 1456 Hunyadi invadiu a Sérvia turca enquanto Draculea simultaneamente invadiu a Valáquia. Na Batalha de Belgrado Hunyadi foi morto e seu exército vencido. Enquanto isso, Draculea conseguiu sucesso em matar Vladislav II e tomando o trono da Valáquia, mas a derrota de Hunyadi tornou a sua proteção por parte deste questionável. Por um tempo ao menos Draculea foi forçado a apoiar os Turcos enquanto solidificava sua posição.
O reinado principal de Draculea se estendeu de 1456 a 1462. Sua capital era a cidade de Tirgoviste enquanto seu castelo foi erguido a uma certa distância nas montanhas perto do rio Arges.
A maior parte das atrocidades associadas ao nome de Draculea tomaram lugar durantes esses anos. Foi também durante esse tempo que ele lançou seu próprio ataque contra os Turcos. Seu ataque foi relativamente bem sucedido inicialmente. Suas habilidades como guerreiro e sua bem conhecida crueldade fizeram dele um inimigo temido. Entretanto, ele recebeu pouco apoio do seu senhor feudal, Matthius Corvinus, Rei da Hungria (filho de João Hunyadi) e os recursos valaquianos eram muito limitados para alcançar algum sucesso contra o conquistador da Constantinopla.

Vlad Tepes aprisionado (1462-1474);
Os Turcos finalmente foram bem sucedidos em forçar Draculea a fugir para a Transilvânia em 1462. Foi reportado que a primeira esposa de Draculea cometeu suicídio pulando das torres do castelo de Draculea para as águas do rio Arges ao invés de se render aos Turcos. Desgostoso pela Morte de sua mulher Draculea conseguiu fugir pelas montanhas em direcção à Transilvânia e apelou para Matthius Corvinus por ajuda. Ao invés disso, o rei prendeu Draculea e o aprisionou numa torre por 12 anos.
Aparentemente seu aprisionamento não foi nem um pouco oneroso. Ele foi capaz de gradualmente ganhar as graças da monarquia húngara; tanto que ele conseguiu se casar e tornar-se um membro da família real (algumas fontes clamam que a segunda esposa de Draculea era na verdade a irmã de Matthius Corvinus). A política a favor dos Turcos do irmão de Draculea, Radu, o Belo, que foi o príncipe da Valáquia durante a maior parte do tempo que Draculea foi prisioneiro, provavelmente foi um fator importante na reabilitação de Draculea. Durante seu aprisionamento Draculea também renunciou à fé Ortodoxa e adotou o Catolicismo. É interessante notar que a narrativa russa dessas histórias, normalmente favoráveis a Draculea, indicavam que mesmo durante sua prisão Draculea não desistiu de seu passa-tempo preferido: ele costumava capturar pássaros e camundongos que ele torturava e mutilava - alguns eram decapitados, esfolados e soltos, e muitos eram empalados em pequenas lanças.

Vlad Tepes volta ao trono valaquiano, pela última vez (1476) ;
O tempo exacto do tempo de captura de Draculea é aberto para debates. Os panfletos russos indicam que ele foi prisioneiro de 1462 até 1474. Entretanto, durante esse tempo Draculea se casou com um membro da família real húngara e teve dois filhos que já tinham por volta de dez anos quando ele reconquistou a Valáquia em 1476. McNally e Florescu colocaram que o período de confinação de Draculea foi de 1462 a 1466. É pouco provável que um prisioneiro poderia se casar com um membro da família real. Correspondência diplomática durante o período em questão também parece apoiar a teoria de que o período real do confinamento de Draculea foi relativamente pequeno.
Aparentemente nos anos entre sua libertação em 1474 quando ele começou as preparações para a reconquista da Valáquia, Draculea viveu com sua nova esposa na capital húngara. Uma anedota daquele período conta que um capitão húngaro seguiu um ladrão dentro da casa de Draculea. Quando Draculea descobriu os intrusos ele matou o capitão ao invés do ladrão. Quando Draculea foi questionado sobre suas atitudes pelo rei ele respondeu que um cavalheiro não se apresenta a um grande governante sem as corretas introduções - se o capitão tivesse seguido a etiqueta não teria sofrido a ira do príncipe.
Em 1476 Draculea mais uma vez estava pronto para atacar. Draculea e o príncipe István Báthory invadiram a Valáquia com uma força mista de transilvanianos, alguns burgueses valaquianos insatisfeitos e um contingente de moldávios enviados pelo primo de Draculea, Príncipe Estêvão , o Grande da Moldávia. O irmão de Draculea, Radu, o Belo, havia morrido alguns anos antes e substituído por um candidato ao trono apoiado pelos Turcos, Basarab, o Velho, membro do clã Danesti. Enquanto o exército de Draculea se aproximava, Basarab e sua corte fugiram, alguns buscando proteção dos Turcos, outros para os abrigos das montanhas. Depois de colocarem Draculea de volta ao trono Stephan Bathory e as outras forças de Draculea voltaram à Transilvânia, deixando a posição táctica de Draculea muito enfraquecida. Draculea teve muito pouco tempo para ganhar apoio antes de um grande exército turco invadisse a Valáquia determinado a devolver o trono a Basarab. Aparentemente mesmo os plebeus, cansados das depredações do empalador, abandonaram-no à sua própria sorte. Draculea foi forçado a lutar contra os Turcos com pequenas forças à sua disposição, algo em torno de menos de quatro mil homens.
Draculea foi morto em batalha contra os turcos perto da pequena cidade de Bucareste em dezembro de 1476. Algumas fontes indicam que ele foi assassinado por burgueses valaquianos desleais quando ele estava prestes a varrer os Turcos do campo de batalha. Outras fontes dizem que Draculea caiu vencido rodeado pelos corpos dos leais guarda-costas (as tropas cedidas pelo Príncipe Stephen da Moldávia permaneceram com Draculea mesmo após Stephen Bathory ter voltado à Transilvânia). Outra versão é a de que Draculea foi morto acidentalmente por um de seus próprios homens no momento da vitória.
O corpo de Draculea foi decapitado pelos Turcos e sua cabeça enviada à Constantinopla, onde o Sultão a manteve em exposição numa estaca como prova de que o Empalador estava morto.
Ele foi enterrado em Snagov, uma ilha-monastério localizada perto de Bucareste. Em 1931, quando arqueólogos escavaram o túmulo, não encontraram nada, apenas ossos de animais, o que contribuiu para o mistério.

Atos de Tortura e Crueldade;
Vlad Tepes também era conhecido por sua extrema crueldade(mas devemos exclarecer que neste tempos,na Europa,a crueldade era excessiva..), tanto com seus os súditos, quanto contra seus inimigos. Referindo-se ao seu título, O Empalador, Tepes era assíduo adepto dessa prática.
Segundo pesquisas, comprova-se que houve situações em que Tepes mandava empalar famílias inteiras, e usava seus principais métodos de tortura contra os soldados de tropas inimigas.
Outra situação conta que mensageiros de Mehmed II foram à corte de Tepes. O mesmo ordenou que eles tirassem seus turbantes. Contudo eles se recusaram em referência ao respeito de sua cultura. Com isso, Tepes ordenou que pregassem os turbantes nas cabeças dos mensageiros.

quarta-feira, 24 de março de 2010

A Cidade Perdida dos Incas

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Machu Picchu,na língua quechua;"Machu Pikchu"("Pico Velho"),é também chamada "A cidade perdida dos Incas".É uma cidade pré-colombiana,situada no topo de uma montanha,a 2.057 metros de altitude,no vale do rio Urubamba,no Perú,escondida na floresta verdejante,rodeada de outras montanhas sagradas e com um alinhamento celestial quase perfeito.Foi mandada construir pelo soberano Inca Pachacuti,no século XV.
Esta misteriosa cidade foi descoberta pelo professor norte americano Hiram Bingham(chefe de uma expedição da Universidade de Yale)a 24 de Julho de 1911.Bingham era antropólogo,historiador e explorador aficcionado na arqueologia.Na altura,contudo,tentava descobrir a cidade dos descendentes Incas;Vilcabamba,mas ao entrar no canyon de Urubamba,um camponês informou-o da existência de ruìnas,no cimo de Macchu Picchu.Embora céptico,conhecedor de muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas ,foi conduzido por um menino(filho de pastores residentes perto do local )ao cerro,encontrando a cidade invadida pela vegetação tropical e víboras.Enquanto inspeccionava as ruínas,anotando apontamentos,cada vez se assombrava mais.Regressou á cidade,em 1912,1914 e 1915 e diversos exploradores levaram mapas, exploraram a área e arredores,detalhadamente.

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Nas suas escavações,não muito ortodoxas,encontrou vários objectos em bronze,cobre,prata e pedra,não encontrando nada em ouro,mas convencendo-o,de que as ruínas remontavam ao esplendor do período Inca.
A cidade é dividida por duas grandes áreas;a agrícola,formada por terraços e recintos onde armazenavam os alimentos;e a urbana,onde se destaca a zona sagrada,com templos,praças e palácios.Há diversas teorias sobre a sua função,a mais aceita é que foi construída para supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de proteger o soberano Inca e seu séquito mais próximo em caso de ataque.Os caminhos que levavam á cidade eram proíbidos á população comum,pois o segredo era a principal defesa militar.Os recintos mais conhecidos são:O "Acllawasi"("casa das escolhidas"),um templo das sacerdotizas.O "Intiwatana",o relógio solar,que marcava as estações do ano.Em 1997 um incêndio destruiu parte da vegetação da cidade.Macchu Picchu é dos dos locais mais bonitos e enigmáticos do Mundo,sem dúvida merecendo ser uma das 7 maravilhas do Mundo.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Pompeia & Herculano

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Subterradas na lama vulcânica,há quase 2000 anos,estas antigas cidades de veraneio romano,junto á baía de Nápoles,emergiam do seu longo sono,como uma das mais ricas descobertas arqueológicas de todos os tempos.
Ao alvorecer do dia 24 de Agosto de 79 d.C,ninguém poderia adivinhar a catástrofe que vìria a acontecer.A baía estava azul e parecia um espelho,não havendo sequer uma nuvem no céu.Embora já se tivesse sentido,há alguns dias atrás,ligeiros tremores de terra,na vizinhança.Tais abalos não eram raros e podiam tornar-se violentos,mas nada de muito grave.Naquela manhã,em Herculano celebrava-se festejos em homenagem ao Imperador Augusto(falecido á muito tempo),havendo jogos,teatro,malabaristas...As ruas tinham um enorme frenesim humano.De repente um som violento fendeu os ares,o solo estremeceu e rompeu-se,a luz do Sol escondeu-se por detrás de um nevoeiro cinzento,que sufocavam as narinas e de repente,uma nuvem gigantesca com forma de cogumelo,elevou-se ao céu.O terror varreu as ruas e toda a parte,era o "salve-se quem puder".Ao mesmo tempo a sul,Pompeia tinha o mesmo fim dramático.A terrível notícia chegou a Roma.

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O Imperador Tito prestou auxílio de emergência,despendendo fundos,não só do Estado,mas recursos particulares,também,pois outros locais foram afectados.Com o passar dos tempos,Pompeia e Herculano foram esquecidas e só no Renascimento,os italianos descobriram antigos manuscritos,que citavam as duas cidades,mas a localização era um mistério.Em 1709,ao ser cavado um poço,num mosteiro(que tinha sido construído),encontraram-se uma fileira de cadeiras da galeria do teatro de Herculano,e pedaços de mármore raro.
Um príncipe austríaco(que naquela altura,ocupava a Itália),quis perfurar túneis de exploração.O que ele desejava era saquear o local,e tirar o mármore.Nunca compreendeu a natureza da sua descoberta:uma cidade antiga absolutamente intacta.Só em 1738,o Teatro foi identificado como tal,e iniciaram-se as escavações arqueológicas.Pompeia foi a seguir.
Hoje,muito dos segredos das duas cidades foram revelados.Casas,ruas,lojas intactas;figuras humanas e animais mumificadas,jazem no seu terror,dor na hora da morte,eternamente.Mas muito,ainda, terão para nos revelar!

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segunda-feira, 15 de março de 2010

O Mito de Atlântida

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Atlântida ou Atlantis teria sido uma ilha,cuja existência ou localização nunca foi confirmada.Originalmente,seu nome foi nomeado em Timeu e Crítias,dois diálogos do filósofo grego Platão(427-347a.C.).Conta-nos que Solòn,nas suas viagens ao Egipto,questiona um sacerdote,que vivia em Sais(no Delta do Nilo),e que lhe fala de uma guerra perdida,em tempos ancestrais,entre os atenienses e o povo da Atlântida.Segundo o sacedote esse povo viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles,onde o Mediterrâneo acabava e o Oceano Atlântico começava.
Na mitologia,desse tempo,Atenas era dedicada á Deusa Atena e Hefesto,mas a ilha era o reino de Posídon,Deus dos mares.A ilha era dividida em dez reinos,no centro da ilha situava-se o templo consagrado a Posídon(cujos muros cobertos de ouro resplandecia ao Sol),onde os dez governantes se reuniam,uma vez por ano.A reunião marcava o ínicio de uma cerimónia religiosa,onde,cada um,dos reis tentava caçar um touro;uma vez caçado o touro,bebiam o seu sangue e comiam a sua carne.

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Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza,quer vegetal,quer mineral(ouro,prata,cobre, ferro,petróleo,etc).Os reis construíam ínumeras pontes,canais e passagens fortificadas,com muros revestidos do lado exterior de bronze e do lado interior de estanho,entre estes,os edificíos de pedras brancas,vermelhas e pretas eram consruídos.Pouco mais se sabe desta lendária ilha,segundo Platão,teria sido destruída por uma catástrofe natural(terramoto ou maremoto),cerca de 9000,antes da sua era.Crê-se ainda,que os atlantes teriam sido vitímas da sua ambição de conquistar o Mundo e teriam sido dizimados pelos atenienses,nessa tentativa.Outra tradição chega-nos de Diodorus Siculus,em que os atlantes eram vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.Outra lenda diz-nos que este povo era muito mais evoluído,de que os outros, e que teria predito a sua destruição,fugindo para Africa,sendo os antigos egipcíos,descendentes da cultura de Atlântida.Segundo alguns investigadores teria sido uma metáfora,referindo-se ao Dilúvio,e que teria sido interpretada,por diversos povos,por tradições orais e segundo as suas culturas próprias.Há várias possíveis localizações,alguns estudiosos sugerem que poderia ter-se situado sobre a Dorsal Atlântica,da qual faz parte os Açores,Madeira,Canárias e Cabo Verde.

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Esta teoria baseia-se em coincidências,como a as pirâmides na América,serem semelhantes ás do Egipto,facto que poderia ser explicado com um povo no meio do oceano,que poderia levar,de um lugar ao outro,os seus conhecimentos avançados.Isso também explicaria a ausência de vestigíos deste povo.Outros estudiosos acreditam que esse continente-ilha seria de facto na América,e o seu povo avançado seria ou o povo de Chavin(Cordilheira dos Andes)ou os Olmecas(América Central),cujo uso de ouro e pedras preciosas é bem conhecido.Para alguns arqueológos e historiadores,a Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica(Creta).A médium Helena Petrovna Blavatsky (fundadora da Teosofia),no seu livro "A Doutrina Secreta",descreve com detalhes a raça atlante,seu continente,cultura,ciência e religião.