sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo Para Todos!!!

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Sabe Qual é o Ano em Que Estamos na Realidade????

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Pois é,o nosso Calendario não está certo,não estamos em 2016(ainda...)mas sim em 4502!!!Ora veja o porquê;

O Calendario é o nosso relato sistemático da passagem do Tempo, usado para a organização Cronológica das actividades, é um conjunto de normas que tentam combinar o ano civil com o ano Tropical.
Na sua grande maioria têm por referência o ciclo que descreve a Terra em torno do Sol,sendo chamados de Calendários Solares.
O Calendário Sideral é baseado no movimento da Terra em relação a outras Estrelas que não o nosso Sol.

Então porque estamos neste ano de 2016?

Os Romanos, contavam os anos desde a fundação de Roma, ou seja;" Ab Urbe Condita", abreviado AUC.
Tal como,com a era Cristã,em  607, na altura do Papa Bonifácio IV a escala formou-se apartir do nascimento de Cristo.
Um Monge Romeno, Matemático, com base na Bíblia e em outras fontes históricas, entre 526 e 530, tinha fixado o nascimento de Cristo em 25 de Dezembro do ano 753 AUC. Este ano, tornou-se o ano 1 dC,ou seja, "Anno Domini", Ano 1 do Senhor, mas os anos anteriores  a este,permaneceram anos AUC. Finalmente, no século XVII foram nomeados os anos anteriores ao 1 AD como antes de Cristo (a.C.), e os posteriores como anos depois de Cristo, d.C..
Portanto,o facto de estamos em 2016 deve-se ao nascimento de Jesus Cristo.
Foto de ArtiCrafts Ecr.
E porquê 4502?

O povo Egípcio deu a Humanidade uma variedade de conhecimentos,e uma deles  é o Calendário Egípcio.
A sua origem não é exacta, mas muitos Cientistas concordam que foi apartir da Dinastia Shepseskaf que começou a ser utilizado. Fala-se que ele pode ter aparecido entre 2486-2479 aC, e, portanto, fala-se de um começo pré-Dinástico.
Quanto ao porquê do surgimento deste calendário, que se caracteriza por ser Lunar e ter sido identificado como o primeiro de seu tipo na História da Humanidade, deve-se a estar associado ao rio Nilo e ás suas cheias. No antigo Egipto, as cheias do rio eram de vital importância para os agricultores,  e precisavam de saber os respectivos ciclos de plantio e colheita.

Assim, os Sacerdotes Astronomos Egípcios ao perceberem que o Calendário Lunar não era suficiente,já que não lhes permitia cumprir essa finalidade, decidiram observar melhor as Estrelas e depois de muita observação e  investigação descobriram que o movimento do Sol estava relacionado com as cheias do rio.
A cheia ocorria quando no céu, no meio do tempo da Primavera, aparecia a Estrela de Sirius(tão importante para este povo...) poucos momentos antes do surgimento do Sol. Esse facto foi usado como o primeiro dia do ano do seu Calendário.
O Calendário Egípcio,ou Calendário civil, durava 365 dias, divididos em três Estações, cada uma das quais tinha 120 dias. No final do ano somavam-se cinco dias a mais, os "Heru Renpet", em que se comemorava o nascimento dos Deuses Osíris, Hórus, Seth, Ísis e Nefti.
Cada Estação do Calendário correspondia às épocas de cheias do rio, plantio e colheita.
O Calendário Egípcio foi o primeiro a descrever um ano com 365 dias (3000 anos antes do Calendário Gregoriano), além de separa-lo em Estações.

Boas Festas Amizades!!!
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Qual a Verdadeira Origem do Natal??

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Esta Epoca Natalicia tão festejada pelo Mundo Cristão,na verdade não tem nada de Cristã...a sua verdadeira origem é Pagã!!!É verdade,esta Festa Pagã foi incorporada no Calendário Católico como uma forma para converter os Pagãos.

Jesus Cristo não nasceu no dia 24 ou 25 de Dezembro, a data real é um enigma,tal como toda a sua vida.
Segundo a  Bíblia quando ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8).
Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de Dezembro,porque os pastores tiravam os seus rebanhos dos campos em meados de Outubro e (ainda mais à noite)abrigavam-nos para os proteger do Inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas.. É também muito pouco provável que um recenseamento (Lucas 2:1) fosse convocado para a época de chuvas e frio, que atrapalharia a viagem das pessoas para se alistarem nas Cidades das suas Famílias originais.

A única coisa aparentemente certa sobre o nascimento de Jesus Cristo é que veio ao Mundo há mais de dois mil e onze anos e supostamente há factos Históricos que provam isso. No entanto, há muitas partes que não se encaixam nesta história. Segundo o Evangelho, naquele tempo Herodes, o Grande governava. Mas segundo a história, o Rei Herodes, o Grande, morreu no sec. IV aC. Entendemos que, segundo a Bíblia, foi logo após ordenar a morte das crianças (ponto que, aliás, aparece somente no relato Bíblico).
Com os dados anteriores é quase certo que Jesus nasceu entre os anos VII e IV aC. A incongruência que mostram estes dados se deve ao Monge Medieval Dionísio Exiguus, que era responsável para datar o nascimento de Cristo e que aparentemente se confundiu atrasando uns seis anos. Algo muito importante que devemos notar também é que também não só não conhecemos o ano do nascimento de Jesus, mas também a Estação do Ano.

Se pesquisamos um pouco da história de Roma e as origens do próprio Natal, o que encontramos é que os Romanos celebravam os seus diferentes Deuses de 17 a 23 de Dezembro saindo dos seus negócios quotidianos e exercendo a arte de cozinhar.O dia 25 era a Festa Pagã do Sol.
Em meados do século IV, o Papa Júlio I fixou a data em 25 de Dezembro, dia próximo aos festejos do Solstício de Inverno na Antiguidade. A data foi escolhida porque coincidia com a Festa Romana Pagã da Saturnália,que era entre 17 e 24 de Dezembro.
Foto de ArtiCrafts Ecr.
O Festival de Saturnália,celebrava Saturno ,o Deus do Fogo. Saturno era o Deus da Agricultura (Plantio), porque o calor do Sol é necessário para permitir o Plantio e crescimento das Culturas.Este Festival convidava os Cidadãos a decorarem as suas casas com folhagens e luzes, e dar presentes às crianças e aos pobres. O Festival de 25 de Dezembro, "Natalis Solis Invicti"(O Nascimento do Sol Invicto), foi decretado pelo Imperador Aureliano em 274 d.C., como uma Celebração do Solstício de Inverno, e em seguida, foi Cristianizado como um dia para celebrar o nascimento do “Filho da Luz”.

Como Curiosidade, todas as Civilizações tem um Deus do Fogo / Sol. Os Egípcios (e às vezes Romanos) o chamavam de Vulcano. Os gregos chamavam Cronos, bem como os Fenícios, mas eles também o chamavam de Saturno.
Os Babilonios chamavam-no de Tammuz, Moloch ou Baal.

Portanto esta data foi muito significativa para as Religiões Pagãs que coexistiram com o Cristianismo, como acontece com o Mitraísmo (O Culto a Mitra), cujo nascimento tem muitas semelhanças com o de Jesus.
Embora Jesus não tenha nascido no dia 25 de Dezembro outras Divindades nasceram neste dia,como podem ver na imagem acima.Jesus Cristo é o unico que não devia estar na imagem,já que muito provavelmente,nasceu entre fins da Primavera e Verão.
No entanto este dia ficou para sempre ligado ao seu nascimento e é um enorme comercio,que vai aumentado de ano para ano.
Assim amigos Cristãos ou Pagãos Festejem esta data como desejarem,mas sobretudo com muita Paz,Saude e Amor para todos!!!Até Breve...
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A Guerra da Barba

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Vários são os motivos que levam duas nações a entrarem em conflito armado. Eles podem ser motivos economicos, políticos, ideológicos, entre outros.
Mas é certo que nenhum outro conflito da história teve um motivo tão pouco relevante quanto o da curiosa Guerra de Barba, disputada entre França e Inglaterra.
A história dessa guerra é a seguinte;

O Rei Luís VII, era dono de uma vultuosa barba. Ele era casado com Leanor de Aquitânia, filha de um Duque Francês, e havia recebido como dote duas províncias no sul do país.
Certo dia, ao voltar das Cruzadas, no ano de 1152, o Rei Luís VII decidiu raspar sua barba, facto que não agradou nada á sua esposa.
Foto de ArtiCrafts Ecr.
A esposa tentou argumentar, mas o Rei Luís VII recusou-se a deixar a barba crescer novamente. Diante dessa resistência do Rei, Leanor resolveu  divorciar-se e, em seguida, ela casou-se novamente, dessa vez com o Rei Henrique II, da Inglaterra.

Leanor e o seu novo marido Henrique II passaram a exigir de Luís VII a devolução das terras que ele havia recebido como dote, mas o Rei da França negou-se a devolver as duas províncias.
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Diante dessa situação, Luís VII declarou guerra ao rival Britânico, e o conflito passou a ser historicamente conhecido como a Guerra da Barba.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Os Portugueses no Japão

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Sabe o que narram os famosos Biombos de Nanban??Sim,é a chegada dos Portugueses em Terras do Japão no séc. XVI.Estas peças de arte Nipónicas  representam os "Bárbaros do Sul" e podem atingir, em leilão,4 a 5 milhões de euros. A Historiadora Alexandra Curvelo fez a radiografia de 13 dos mais notáveis exemplares Mundiais, com passagens por Lisboa e Porto.

"Quando tentamos encontrar imagens que representem os Portugueses e os Luso-Asiáticos na Ásia dos séc. XVI e XVII, não temos praticamente nada feito pelos próprios", diz a professora do Departamento de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa. "Os Biombos Nanban são, por isso, uma das aproximações visuais que devem ser cruzadas com o registo escrito da literatura das viagens Portuguesas."

É assim desde o primeiro desembarque na Ilha de Tanegashima, em 1543, quando os Japoneses nos definiram como "Nanban-jin" (Bárbaros do Sul). A todos os Comerciantes e Missionários Europeus do Sul - Espanhóis, Italianos mas sobretudo aos Portugueses - que aportavam a Nau do Trato em território Nipónico. Mas "Bárbaros",no  sentido de Estrangeiros, explica Alexandra Curvelo;

"Embora tivesse havido também uma perceção de que estavam perante Europeus diferentes do ponto de vista Civilizacional, Bárbaros no sentido de pouco polidos, pouco educados, que comiam com as mãos, falavam alto e comportavam-se de uma forma um pouco desregrada."

Muito diferentes da polidez e rigidez dos Japonicos,a exuberancia dos Lusitanos era novidade para eles...
Os Navegadores Portugueses desembarcaram no Sul do Arquipélago Japonês,em 1543. Este período ficou conhecido como o Período do Comércio Nanban e através da iniciativa feita pelo Jesuíta Gaspar Vilela e o Dáimio Omura Sumitada, Portugal funda o Porto de Nagasáqui,em 1571(Sim,a Cidade que os Americanos destruiram com uma das Bombas Atomicas,na segunda Guerra Mundial).
A expansão ao comércio aumentou a influência Portuguesa no Japão, principalmente em Quiuxu, onde o Porto tornou-se um ponto de acesso estratégico, após Portugal ter colaborado com o Dáimio Sumitada, em repelir o ataque feito pelo Clã Ryūzōji, ao Porto em 1578.
Os primeiros Navios Portugueses atracados no Japão, traziam cargas provenientes como a seda e a porcelana da China. Os Japoneses ansiavam por esses luxos,já que foram proibidos de fazerem comércio exterior com os Chineses pelo Imperador, como punição pelos ataques de Piratas Wakō. Portanto, os portugueses actuaram como intermediários no Comércio Asiático.
Em 1592, o Comércio entre Portugal e Japão passou a ser cada vez mais desafiador, por causa dos Contrabandistas Chineses e da chegada de navios Espanhóis para Manila em 1600, os Holandeses em 1609 e os Ingleses em 1613.
Os Japoneses estavam interessados nas armas de fogo Portuguesas. Os três primeiros Europeus a chegar ao Japão em 1543, foram os Navegadores António Mota, António Peixoto e Francisco Zeimoto (e talvez, Fernão Mendes Pinto). Eles chegaram no extremo Sul de Tanegaxima, onde apresentaram as armas de fogo para a população local. Estes Mosquetes receberam o nome da Cidade Tanegashima.
Como o Japão estava no meio de uma Guerra civil, chamada de Período Sengoku, os Japoneses desejavam as armas Portuguesas, por serem mecanismos mais leves e melhores e com um objectivo preciso. O famoso Dáimio Oda Nobunaga, que praticamente unificou o Japão, fez uso extensivo das armas Arcabuzes, sendo o papel-chave da Batalha de Nagashino. Após um ano, os ferreiros Japoneses conseguiram reproduzir o mecanismo e começaram a produzir em massa, as armas Portuguesas. E só apenas cinquenta anos depois, seus Exércitos foram equipados com uma série de armas, talvez maior do que qualquer Exército contemporâneo da Europa. As armas eram extremamente importantes na unificação do Japão sob Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu, bem como nas Invasões Japonesas na Coreia em 1592 e 1597. Os Portugueses não trouxeram apenas armas, mas também o sabão, tabaco e outros produtos desconhecidos no Japão Feudal.
Após Portugal ter feito o primeiro contacto com o Japão em 1543, um comércio de escravos de grande escala foi desenvolvido, no qual os Portugueses compravam Japoneses como escravos no Japão e os vendiam para vários locais no exterior, incluindo em Portugal, ao longo dos séc. XVI e XVII.
Os escravos Japoneses eram trazidos pelos Portugueses até Macau, onde alguns deles não eram escravizados somente pelos Portugueses, mas também por outros escravos de proprietários Portugueses como os Malaios e Africanos, que por sua vez, possuíam seus próprios escravos Japoneses.

Alguns escravos Coreanos foram comprados pelos Portugueses, que trouxeram de volta a Portugal do Japão, onde tinham estado entre as dezenas de milhares de prisioneiros de Guerra Coreanos transportados para o Japão, durante a Guerra Imjin.
Em 1595 foi aprovada uma lei por Portugal, que proíbe a compra e venda de escravos Chineses e Japoneses.

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Tenham Todos Uma Boa Noite!!!
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